sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Doutor Erlenmeyer


"Apresento-me a você como o Doutor Erlenmeyer, mas se for incapaz de lembrar-se do meu nome, dou-lhe a permissão de chamar apenas de doutor [...]  O que traz uma ovelha para o covil dos lobos em uma situação tão inusitada?" — Doutor Erlenmeyer, Capítulo 10.

O Doutor Erlenmeyer é um pesquisador e cientista no Reino de Sellure. Durante anos dedicou-se a estudar os tótines, o povo abençoado por Araya com o dom da magia. Erlenmeyer sempre acreditou que os poderes concedidos pela mana deveriam ser de acesso livre, qualquer um poderia dominar tais poderes, mas quando aprofundou-se descobriu respostas tão improváveis que muitos começaram a questionar sua sanidade.

Ele possui inúmeros laboratórios espalhados pelo reino, mesmo assim, gosta de  vagar pelo reino como um andarilho solitário e sem amigos. Ao encontrar-se com Ralph, enviou-o na missão de encontrar as cinco Pérolas Sagradas e assim invocar o Mago Supremo capaz de realizar sonhos e desejos, apesar de ninguém comprovar sua veracidade.

Erlenmeyer é uma serpente albina da raça dos geckos, por isso é comum vê-lo em locais escuros escondendo-se do sol. Ardiloso e extremamente fiel à sua palavra, acredita na ideia de que as entidades divinas são figuras imperfeitas e manipuláveis, e por isso a humanidade paga por seus erros.


O Doutor Erlenmeyer é visto pela primeira vez no Capítulo 10, após Ralph e seus companheiros enfrentarem Goldo na Ilha dos Geckos. Apesar de ser citado em todo o decorrer do primeiro livro, ele só volta a dar as caras no Capítulo 33.

Erlenmeyer também desempenha um papel importante no Passado da Ordem durante a Caça aos Tótines. Ao lado de Astra King e a Silenciadora, os três foram responsáveis por inúmeras mortes e casualidades que deixaram rastros no reino até os dias atuais.

  • Teletransporte [Support] – De alguma maneira ainda não explicada, o usuário é capaz de teleportar-se (ou se trata apenas de um truque de mágica);
  • Solitário [Defensivo] – Quando não possui nenhum aliado para ajudá-lo em combate, todos seus atributos aumentam consideravelmente; 
  • Controle Obsessor [Defensivo] – Através de espíritos, é possível influenciar e até controlar pessoas e criaturas de mente fraca;
  • Proteção Fantasmagórica [Defensivo] – Uma força invisível o protege de qualquer dano a longa distância, sendo impossível pegá-lo desprevenido; 
  • Inteligência Suprema [Habilidade Passiva] – O personagem é capaz de encontrar soluções lógicas para problemas complexos, elaborar estratégias, improvisos, influenciar e adquirir experiência com mais facilidade do que outros.
"Não podemos sentar e esperar a boa vontade de uma força divina que foge à nossa compreensão. O mundo precisa de mudanças.
 Doutor Erlenmeyer, Capítulo 10.

"Continue sssseguindo o esssscuro.

 Doutor Erlenmeyer, Capítulo 33.

"Minha metodologia se dá através da observação, a elaboração de hipóteses, o experimento; posso até mesmo prever os acontecimentos futuros pela repetição das experiências! Meus estudos apontam que a energia mística conhecida como mana vem de uma fonte física existente em algum lugar de nosso reino, se a encontrássemos seria possível responder à tantas perguntas que há anos busco respostas: Como surgiu? Por que está aqui? Por que podemos usá-la livremente e será que um dia se esgotará por completo?"
 Doutor Erlenmeyer, Capítulo 34.

"Eu estudo a ciência para que possa fazer o que a magia do nosso mundo não é capaz. Ninguém poderia conviver com o fardo de ter tido a oportunidade e não tentar."
 Doutor Erlenmeyer, Capítulo 34.


  • Quando foi criado, Doutor Erlenmeyer se chamava Shadow Tokay. Ele sempre desempenhou o papel de um dos maiores antagonistas do universo de Ralph, mas no planejamento inicial ele só viria a aparecer no terceiro volume;
  • Sua aparência foi baseada no monstro Fallen Bishop, do jogo Ragnarok;
  • Sofre de TOC, Transtorno Obsessivo Compulsivo;
  • Erlenmeyer costuma puxar a letra S quando está muito eufórico ou apreensivo;
  • Erlenmeyer adora vestir-se bem, preza boas roupas e acha que o branco não combina com sua pele, por isso utiliza um jaleco preto. Sempre foi muito cuidadoso com a aparência. Sua estação preferida é o inverno.


  2 comentários:

  1. Uma personagem que questiona a própria existência da magia, e tem relação com espíritos, e adora a escuridão. Eu adoro retratar esses temas nas minhas histórias, e melhor parte, ele parece que vai igualmente causar muitos conflitos ideológicos!

    3 coisas que eu adoro reunidas num só personagem, como eu disse antes, já está na minha lista de favoritos :3




    E uma pergunta, se ele tem relação com espíritos, também usa Necromancia? :v
    Necromancia é basicamente a arte mágica de contactar com espíritos, apesar de na maioria das historias de fantasia ser mais focada na invocação e controlo de demónios.
    Tudo bem que ele é mais virado para a ciência, mas meio que podia estudar com base nessa magia para interagir diretamente com outros ''planos dimensionais''e espíritos, e conseguir assim informações do pós vida e dos deuses em si. No meu ponto de vista seria uma boa forma de estudar essa tal mana, já que interage diretamente com forças poderosas.

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    1. O embate entre magia x ciência é um dos temas recorrentes que pretendo trabalhar em Sellure aos poucos, isso já pode ser visto na metade do primeiro livro. Ao mesmo tempo que eles possuem poderes mágicos para combates e até mesmo em afazeres domésticos do dia a dia, talvez vocês tenham percebido que também existem televisões, luz elétrica e até mesmo carros. Em algumas cidades de Sellure isso se tornou proibido, é como se a ciência fosse uma ameaça, o equivalente à magia negra e bruxaria na Idade Média.

      O Erlenmeyer é o responsável por uma parte complexa na história. Como ele aprendeu a usar a ciência? Alguém ensinou para ele? Ou será que ele foi o único curioso para encontrar mais respostas enquanto a maioria preferiu se apegar às vantagens da magia que era o jeito mais fácil?

      Já a parte de necromancia, digamos que o Erlenmeyer prefere acreditar que é apenas um estudioso da ciência, mas ele também tem seus truques. O necromante na verdade não é ele, são os espíritos que o possuíram. Ele serve como uma espécie de hospedeiro para essas três criaturas que o habitam, um porta voz. Ele estuda a ciência porque depois de anos aprendendo sobre a magia, ele meio que descobriu alguns segredos sobre os deuses e entidades divinas de Sellure. Mas gostei muito da sua ideia sobre os planos dimensionais e a vida pós a morte, de fato, esse é um dos contextos do quarto livro se eu for seguir meu planejamento, que é justamente quando eles fazem uma visita ao inferno de Sellure, só que aí já estamos pensando meio longe demais kk

      Estou tentando trabalhar aos poucos a história do Erlenmeyer, mas isso vai ser enredo para mais volumes.

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